15 de ago de 2015

As "verdades" deles, não são nossas convicções

As "verdades" deles, não são nossas convicções

Por Joaquim Dantas

Quando minha filha estava na pré-adolescência, perguntou-me qual era a diferença entre um capitalista e um comunista. Sem hesitar e prontamente respondi que era o tamanho do egoísmo, ou da ganância.

Estou convicto de que não enganei-me na resposta, basta ver o discurso que os conservadores e os que não são conservadores, mas simplesmente equivocados, propagam na fila da padaria e nas redes sociais.

Nos conservadores a diferença é a ganância. Ávidos pela acumulação de riqueza, deletaram de seu dicionário o significado da palavra solidariedade, desprezando a tudo e a todos que signifiquem uma mínima "ameaça" aos seus propósitos gananciosos. Eles não se importam com a situação dos menos favorecidos, dos que não disputam em igualdade de condições com os mais  abastados as oportunidades.

Já nos equivocados a diferença é o egoísmo. Embora eles não tenham uma definição muito clara do que significa acumular riqueza, prestam-se apenas a usufruir e preservar as conquistas obtidas nos últimos 12 anos de governo. Já ouvi de inúmeros equivocados que, há 20 anos, não viam a menor possibilidade de adquirir uma casa própria ou de colocar um filho na faculdade, um fato que nos dias de hoje é considerado por muitos como "normal", graças aos programas como o PROUNI e o Minha Casa Minha Vida, do governo federal.

Enquanto Isso os comunistas, independente de filiação partidária, vão fazendo a diferença pelo mundo, como os médicos cubanos que causam tanta indignação nos conservadores que não aceitam a medicina humanizada, porque acreditam mais na medicina financiada pelos laboratórios de medicamentos e pelos fabricantes de próteses, que pagam gordas comissões (leia-se propinas) aos médicos para receitarem seus produtos.

Eu tenho orgulho do meu país e as minhas convicções abastecem-me de forças para continuar a jornada em busca de um mundo de de paz, igualdade e justiça social!


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