16 de set de 2015

O triste fim de Rodrigo Rollemberg

Rollemberg cumprimentando Joaquim Roriz na cadeira de rodas
O anúncio das medidas do GDF de ontem foram o epílogo da aventura pseudo-socialista candanga. A forma reptícia de fazer política do PSB local e de Rollemberg, que jogaram por terra sua história ao se tornarem porta-vozes do ódio aecista em nossa cidade, nos permitia prever o que aconteceu.
Por Gustavo Alves

Rollemberg optou por atacar os mais pobres. Talvez arrependido de dar divulgação à derrubada das cercas do Lago Sul, agora ele mirou na imensa população do DF que utiliza os ônibus e o metrô, que se alimenta nos restaurantes comunitários e tenta levar suas crianças ao Zoológico.

Rollemberg já havia construído um papel na história como o gestor que mentiu ao TCE-DF sobre o quanto dinheiro havia nas contas do governo em janeiro, como o governador que desrespeita acordos salariais e direitos básicos dos servidores como o pagamento do 13º salário, como o político que se dizia porta-voz do novo mas é subserviente ao que há de mais velho e rançoso de nossa política, como o candidato que inventou as rodas de conversa mas depois de eleito nunca mais conversou com ninguém.

Depois do anúncio de ontem, Rollemberg assume seu lugar definitivo na história do DF, a maior fraude política e administrativa de nossa história, um triste fim para as esperanças que despertou.
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