6 de mar de 2015

MP vai investigar empresa de Luciano Huck

O Ministério Público investigará empresa de Luciano Huck por venda de camisetas impróprias

De Brasília
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

A divulgação de camisetas para o público infantil, promovida pela empresa do apresentador Luciano Huck, causou indignação nas redes sociais e provocou denúncia ao Ministério Público do Rio de Janeiro, MP/RJ, que vai investigar uma suposta apologia à pedofilia.

As peças foram publicadas no site do apresentador e causou muita indignação em internautas que trataram de fazer a denúncia ao MP/RJ, que publicou uma nota sobre o caso:

"O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Infância e Juventude, recebeu denúncia referente à venda de camisetas com frase inadequada utilizando a imagem de uma criança e imediatamente distribuiu a uma das Promotorias de Justiça da Tutela Coletiva, para adoção das medidas cabíveis. Vale destacar que, diante do clamor da população, o próprio site retirou a venda do produto."
Já o Grupo Reserva, responsável pela marca, retirou os produtos do site do site na terça-feira (3), em seguida publicou um pedido de desculpas ao público:

"Pedimos profundas desculpas sobre a camiseta Vem Ni Mim Que Tô Facinha e sentimos muito por todos que foram ofendidos pela imagem.

Este comunicado não tem o objetivo de justificar o injustificável; mas apenas de explicar o motivo do erro para que fique claro que não houve qualquer intenção maldosa.

Não nos eximimos do erro, nem de qualquer responsabilidade, mas é importante esclarecer que não houve a intenção de ofensa.

É comum em e-commerce que as artes das estampas sejam aplicadas posteriormente sobre fotos dos modelos com camiseta branca, conforme o exemplo abaixo.
Por erro nosso, todas as artes de Carnaval (inclusive e infelizmente, esta arte) foram aplicadas sobre a coleção infantil e disponibilizadas no site sem a devida revisão.

Assim que percebemos esse lamentável erro, imediatamente retiramos a imagem do ar e decidimos escrever essa carta para explicar tecnicamente o problema conjuntamente com um pedido de desculpa pela falta de bom-senso e pelo descuido.

Obviamente, não fosse o erro, nem a USEHUCK, nem qualquer outra marca, teria a intenção de usar uma imagem como essa para vender camisetas ou para qualquer outro fim."

Rony Meisler, CEO Grupo Reserva
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