29 de jul de 2015

Dilma defende diálogo e consenso para transformar

Presidenta participou nesta terça-feira (28) do lançamento da plataforma Dialoga Brasil, em cerimônia realizada com várias entidades sociais
A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (28), durante solenidade de lançamento do Dialoga Brasil, que a nova plataforma digital abre uma nova etapa na relação entre governo federal e sociedade.

“A primeira foi pré internet. A segunda etapa é usar a internet a favor do debate. Quando a gente cria um consenso, quando é capaz de estruturar uma opinião em comum, nós temos um poder transformador imenso. O governo precisa que vocês participem, com comentários, observações, críticas, sugestões e propostas. O debate tem melhor qualidade quando parte do conhecimento comum, compartilhado entre todos.”

Dilma disse que “é muito difícil governar um país das dimensões do Brasil sem ouvir as pessoas,” e lembrou que os principais programas do Governo Federal nasceram da participação popular, do diálogo, das observações e críticas da sociedade. E citou o exemplo do Mais Médicos, que hoje leva atenção básica de saúde a milhões de brasileiros, do interior mais profundo às periferias dos grandes centros.

“O Mais Médicos não saiu da cabeça mágica de alguém. Escutamos muitas pessoas falando sobre abrir a oportunidade para trazer médicos estrangeiros e juntar com os médicos brasileiros, para começar esse imenso esforço de garantir atenção básica de saúde para todos”.

Segundo a presidenta, o Dialoga Brasil permite não apenas o aperfeiçoamento das iniciativas já existentes, mas também o surgimento de ideias inovadoras.

“Nós queremos melhorar, e só dá para melhorar tendo essa parceria, que é a parceria do Governo Federal com a sociedade. Queremos ouvir o que dá para melhorar naquilo que nós já estamos fazendo, o que devemos introduzir no que estamos em vias de fazer, e o que é possível fazer mas nós ainda não vimos.”

Dilma disse que o Dialoga Brasil é uma das maiores oportunidades de ouvir o povo brasileiro e ressaltou a importância de ouvir as críticas, para a construção de programas cada vez melhores.

“Tem que escutar o que o usuário está falando de mal, mesmo sabendo que foi um baita esforço para se chegar até ali. Eu entendo quando as pessoas ficam um pouco resistentes às criticas, mas é preciso perceber que a crítica não é contra o que já foi feito, ela é para ir além do que já foi feito”, completou.

Fonte: Portal Brasil 
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