8 de out de 2016

Vem aí as eleições de diretores de escolas públicas

Eleições para direções das escolas públicas do DF serão dia 23 de novembro
Por Luis Ricardo em sinprodf.org.br

Foi publicada nessa terça-feira (27), no Diário Oficial do Distrito Federal, a Resolução n° 01, de 23 de setembro de 2016, que designa os integrantes da Comissão Eleitoral Central 2016, responsáveis pela organização das eleições da Gestão Democrática (Lei 4.751/2012). Nesse processo eleitoral serão eleitos diretores e vice-diretores. Os eleitos terão um mandato de três anos, que terá início em janeiro de 2017 e encerra-se em dezembro de 2019. Além da Resolução n° 01 foi publicado o Edital nº 1, que confirma a eleição para o dia 23 de novembro em todas as escolas públicas do DF.

O Projeto de Lei nº 1.255/2016, que altera a Lei nº 4.751/2012, permite a reeleição de diretores e vice-diretores de escolas públicas do Distrito Federal. É importante salientar que a alteração foi proposta pelo GDF e aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do DF.

Essa é a 3° edição das eleições dentro da lei vigente, sendo que é a primeira vez que uma mesma Lei de Gestão Democrática alcança uma terceira edição.

Os diretores Polyelton de Oliveira e Elbia Pires representarão o Sinpro na Comissão Eleitoral Central, que terá entre suas atribuições organizar a resolução e o edital normativo dos procedimentos eleitorais. Os diretores também acompanharão e ajudarão no desenvolvimento de todo processo.

As 14 regionais de ensino também farão assessorias, onde outros dois diretores do Sinpro estarão acompanhando o processo. Os(as) professores(as) devem ficar atentos a todo o cronograma, que está divulgado no edital. O Sinpro orienta os candidatos desse pleito a se absterem da propaganda eleitoral fora do prazo. Neste momento não haverá eleições para o Conselho Escolar e a previsão é para acontecer no primeiro bimestre de 2017.

“A Gestão Democrática é uma conquista da categoria, que deve ser defendida a fim de que a democracia esteja no cotidiano da vida escolar”, finaliza Polyelton.
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