28 de set. de 2012

Cubanos Comemoram criação dos CDR

CUBANOS COMEMORAM NASCIMENTO DE SUA MAIOR ORGANIZAÇÃO SOCIAL
Havana, 28 set (Prensa Latina) Cubanos de diferentes gerações comemoraram ontem à noite nos bairros a criação dos Comitês de Defesa da Revolução (CDR), organização comunitária de umas oito milhões de pessoas que cumpre hoje 52 anos de fundada.
Como é tradição no país caribenho; idosos, adultos, jovens e crianças esperaram o dia 28 de setembro reunidos em torno de grandes panelas de caldosa (prato típico cubano com feijões, vegetais, carnes e temperos) acompanhadas de quitutes e bebidas.
Bandeiras, cartazes e palavras de ordem referentes à data enfeitaram muitas quadras do país, onde as brincadeiras de criança e a música dançante deram um toque especial à festa.
Os cubanos estamos unidos junto à Revolução e Viva a pátria socialista são algumas frases que podem ser lidas nas ruas desta capital enfeitadas para a ocasião.
Temos muitas razões para festejar, como a unidade e o compromisso social de uma Revolução que se atualiza, disse à Prensa Latina ontem Marcelino Martínez, um aposentado de 68 anos residente no município de la Playa, em Havana. Ainda que as comemorações populares aconteceram ontem, para hoje está previsto na central cidade de Cienfuegos o ato nacional pelo aniversário dos CDR, fundados em 1960 pelo líder da Revolução cubana, Fidel Castro, para responder em cada bairro aos ataques terroristas promovidos desde Estados Unidos contra o nascente processo.
Desde então, a entidade tem diversificado suas funções, com atividades como doações de sangue, coleta de matérias primas e as campanhas de saúde.
Em uma recente plenária dos CDR, o primeiro vice-presidente cubano, José Ramón Machado Ventura, destacou a renovação que está em andamento na organização, com vistas a um aperfeiçoamento estrutural e com o objetivo de dar maior protagonismo à juventude.
Não se trata de prescindir de suas tarefas fundantes - sobretudo a defesa da Revolução - mas devemos encarar outras tarefas como incentivar a educação formal na família, apoiar as campanhas antivetores e combater a falta de disciplina social, apontou.

Fonte: Prensa Latina

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