24 de jun de 2015

Déjà Vu - por Joaquim Dantas


Déjà Vu
Joaquim Dantas

Enquanto observo a lua,
eu me protejo do frio,
um ET ao longe avua
nesse universo vazio.

Mirando a cena eu canto
uma velha canção de amor.
Desejo sempre e tanto,
este teu perfume de flor.

Uma flor de macambira,
ou quem sabe, mandacaru.
Canção que não desafina,
mas um canto em um Déjà Vu.
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