21 de jun. de 2013

Os anarcoPowerRangers e os neo-integralistas

Os anarcoPowerRangers e os neo-integralistas

Por Robsom Camara
Para o Blog do Arretadinho
O Movimento Passe Livre (MPL) sempre conversou com os partidos, embora seja apartidário. Quem pautou que deveria ser um movimento sem partido foram os fascistas, o PIG, a direita, os anarcopowerrangens da vida etc, para dominar a turba. As manifestações de vandalismo e desvirtuamento de alguns episódios são reflexos da operação de agentes inconsequentes e de direita que estão infiltrados para criar um clima de desestabilização institucional, não é a massa do movimento. A falta  de liderança política torna o mesmo uma seara fértil a proposições conservadoras e golpistas. Isto tem lado. Seria ingenuidade epistemológica e/ou uma visão conservadora da realidade negar tal movimentação em curso. Quem defende a ausência de agremiações partidárias como organizações do povo nas manifestações são os fascistas, que tem atacado os partidos de esquerda (e seus militantes fisicamente). Essas instituições fazem parte da democracia, seja ela burguesa ou não. É um absurdo sugerir que suprimindo os partidos se está instaurando um novo conceito de democracia, é um equívoco. Alguns tem colocado no mesmo balaio os partidos políticos (esquerda e direita), mas esquecem que a direita tem instrumentos sofisticados de manipulação, que consegue passar um falsa imagem ao povo e que quer pautar o movimento, habemus PIG. As ruas, por essência, devem ser democráticas e devem caber todos e não alguns e suas ideologias. Sabe-se muito bem que na Itália, de Musolini, na Alemanha, de Hitler, houveram ações anti-partidos de esquerda. Já no Brasil, os representantes destas ideias foram integralistas (fascista) que defendiam que o Brasil era seu partido, a história pode contar. Não devemos ceder aos neo-integralistas, não devemos deixar se instaurar o oportunismo de direita no seio do movimento. Fiquemos atentos povo brasileiro.

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