6 de jan. de 2014

Princípio de Arquimedes: Você conhece?

Princípio de Arquimedes: Você conhece?
Muito se fala do ilustríssimo Princípio de Arquimedes e de sua importância para a ciência. Mas você sabe quem foi Arquimedes e do que trata seu princípio?
Arquimedes foi um grego nascido na Sicília (na época em que esta fazia parte da Grécia). Nasceu no ano de 287 a.C em Siracusa. Filho de um astrônomo chamado Fídias, ele estudou em Alexandria, no Egito. Era parente do rei Heirão II, o soberano de Siracusa. Não se sabe muito sobre sua vida, como se ele casou ou teve filhos, pois sua biografia, escrita por Heráclides, foi perdida. 

Histórias contam que ele morreu na cidade de Circa, em 212 a.C. durante a segunda guerra púnica. Relatam que ele estava trabalhando em um diagrama matemático quando a cidade foi invadida por exércitos romanos. Um soldado o encontrou e mandou-o ir de encontro ao General Marco Cláudio Marcelo, que comandava a operação. Como Arquimedes não foi, por querer terminar seu trabalho, o soldado se enraiveceu e matou-o com sua espada.

O Princípio
Existem substâncias fluidas (gases e líquidos) e sólidas. Ao inserirmos total ou parcialmente um objeto sólido em um fluido, nota-se uma força que impulsiona o objeto de volta para cima e torna-o mais leve. Essa força hidrostática é chamada de Impulsão ou Empuxo, e o princípio quantifica essa força. Assim, a força exercida pelo fluido é igual ao volume que é deslocado pela imersão do sólido, deixando-o mais leve e contrariando a força gravitacional. Isso significa que, para um objeto flutuar, ele precisa deslocar um peso líquido maior do que seu próprio peso.

Reza a lenda que Arquimedes foi convocado pelo Rei de Siracusa, Heirão II, que desconfiava que sua coroa não fosse feita de ouro, como o artesão havia lhe dito. Desse modo, o rei ordenou que Arquimedes descobrisse um modo de saber se havia apenas ouro na coroa sem danificá-la. Após cansativas horas de reflexão, o matemático não conseguiu uma resposta e decidiu ir tomar banho. Porém, no momento em que entrava na banheira, ele percebeu que, quanto mais entrava, mais água transbordava. Ali ele teve a brilhante ideia. Saiu, então, pelado, pelas ruas da cidade, gritando “Eureka, eureka’”, que em grego significa “descobri, encontrei”.

Voltando ao palácio, Arquimedes trouxe a coroa, uma banheira e dois pesos, um de ouro e outro de prata, ambos com a mesma massa da coroa. Primeiro, ele inseriu a massa de prata na água, e calculou quanto de líquido foi preciso repor na banheira; a seguir, fez o mesmo com a massa de ouro, percebendo que foi necessário menos água; e, por último, colocou a coroa, que derramou mais líquido que o ouro e menos que a prata. Concluiu, então, que, por ser mais denso, o ouro derrama menos água que a prata, já que ocupa um espaço menor, e que a coroa, por estar em um ponto mediano, era feita de uma mistura dos dois metais. Diz-se que o artesão foi morto após a demonstração de Arquimedes.

fonte http://misteriosdomundo.com/

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